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Duração
150.0 horas
Tipo de formação
Formação financiada
Informação sobre o curso Percurso: UC04158 - UC04161 - UC04170

Edições do curso

Data de Início
13/03/2026
Horário
Laboral
Duração
150 horas
Tipo de Formação
Formação Presencial
Duração
150.0 horas
Condições de Inscrição

DESTINATÁRIOS ELEGÍVEIS:
1. Adultos com idade igual ou superior a 18 anos.
2. Habilitações mínima, de acordo com nível de qualificação definido em conteúdos programáticos:
2.1. UFCD/UC de nível 5 - 12º ano de escolaridade.
2.2. UFCD/UC de nível 4 - 9º ano de escolaridade.
2.3. UFCD/UC de nível 2 - 6º ano de escolaridade.

Observações

1. No início de cada ação de formação, os formandos devem proceder ao seu registo no portal da Academia Portugal Digital (https://academiaportugaldigital.pt/)e, no início da formação, proceder ao diagnóstico de competências digitais. Esse diagnóstico tem que ser partilhado.
2.Plataforma de gestão da formação em: www.fp.kerigma.pt.
2.1. Página Principal: Regulamento de Formação; Política de privacidade e livro de reclamações.
2.2. Na área Pessoal da plataforma está disponível o separador para anexar os documentos pessoais na área do utilizador e visualizar o cronograma.
2.3. A área E-Formação da plataforma permite o acesso a cada ação em que participa e respetivos módulos, nos quais estão disponíveis separadores para conteúdo, tarefas pedagógicas, instrumentos de avaliação, assiduidade, documentos de apoio.
3. Ao nível dos recursos didáticos, a Kerigma disponibiliza documentação escrita, nomeadamente:
3.1. Um guia de apoio ao formando, denominado "programa de formação" no qual constam objetivos pedagógicos, conteúdos programáticos e informação relativamente à avaliação, assiduidade e certificação;
3.2 Um manual de apoio a cada um dos módulos, da responsabilidade dos formadores, o qual deverá constituir documento original e incluir a exposição da matéria, situações exemplificativas, exercícios propostos e, bem assim, incluir um índice e as referências bibliográficas;
4. A par da documentação escrita, estão disponíveis materiais audiovisuais e informáticos.
5. As instalações afetas ao curso compreendem para além da sala de formação propriamente dita, outros espaços comuns e de apoio à formação, nomeadamente para reuniões de equipa pedagógica, atendimento, etc. As referidas salas dispõem de boas condições acústicas, de iluminação, ventilação e temperatura, podem ser escurecidas, quando necessário, para a visualização de projeções e incluem: equipamentos como quadro branco e marcadores, videoprojector, tela de projeção.
6. Este curso é desenvolvido no âmbito do Programa PESSOAS 2030 - Programa Demografia, Qualificações e Inclusão (FM), financiado pelo Fundo Social Europeu.

Objectivos

1. Determinar os contextos em que a mediação intercultural se revela a estratégia de intervenção adequada.
2. Reconhecer a importância dos princípios que orientam a mediação intercultural.
3. Selecionar os modelos e as modalidades de mediação intercultural a mobilizar.
4. Aplicar as técnicas de mediação adequadas aos modelos e modalidades de mediação intercultural.
5. Recolher e preparar a informação associada à avaliação qualitativa e quantitativa de projetos de animação e mediação comunitária.
6. Colaborar na aplicação de instrumentos de avaliação e na análise dos dados e indicadores de avaliação.
7. Apresentar as evidências da avaliação e divulgar os resultados alcançados.
8. Preparar atividades de expressão dramática, corporal, vocal e verbal.
9. Orientar e dinamizar atividades com recurso a múltiplas expressões.

Objectivos Específicos

1. Distinguir as especificidades mediação intercultural e da mediação comunitária.
2. Descrever os princípios que orientam a mediação intercultural.
3. Selecionar as técnicas de acordo com os modelos e os contextos de intervenção.
4. Aplicar técnicas de alinhamento dos princípios orientadores com a comunidade.
5. Aplicar modelos participativos e dialógicos de mediação.
6. Mapear os grupos, as lideranças, tensões existentes e os recursos culturais, linguísticos e simbólicos.
7. Identificar os problemas causados pelas diversidades culturais.
8. Dinamizar grupos e Fóruns em contexto digital.
9. Identificar formas de promoção da autonomia e empoderamento comunitário.
10. Avaliar as mudanças ocorridas
11. Aplicar técnicas de aproximação e mobilização de grupos e comunidades com os quais intervém
12. Monitorizar os compromissos e acordos em continuidade.
13. Registar a informação recolhida.
14. Avaliar os resultados da sua ação e promover estratégias de melhoria da intervenção.
15. Aplicar as regras e normas definidas.
16. Selecionar a informação de suporte ao processo de avaliação.
17. Interpretar orientações e regulamentos aplicáveis ao processo de avaliação.
18. Selecionar os instrumentos e ferramentas para a recolha e tratamento de dados.
19. Preparar p cronograma e respetivas atividades.
20. Aplicar instrumentos de recolha de dados como questionários e guias de entrevistas.
21. Planear e executar as tarefas nos prazos predefinidos.
22. Organizar a informação e dados recolhidos para a avaliação.
23. Aplicar técnicas de gestão do tempo.
24. Acompanhar o desenvolvimento das atividades e registar a informação recolhida no processo.
25. Aplicar técnicas de comunicação assertiva.
26. Interpretar dados quantitativos e qualitativos e identificar tendências, padrões aspetos positivos ou a melhorar.
27. Utilizar software de análise de dados, ferramentas de gestão de projetos e plataformas digitais.
28. Aplicar técnicas de redação e de apresentação de resultados.
29. Colaborar na elaboração de relatórios de avaliação.
30. Apresentar os resultados da avaliação à equipa interna como para stakeholders externos.
31. Interagir e comunicar com colegas e stakeholders durante o processo de avaliação.
32. Identificar e propor medidas de melhoria do processo.
33. Aplicar as regras de confidencialidade e proteção de dados.
34. Aplicar as regras e normas definidas.
35. Identificar estratégias de estimulação da expressão individual e coletiva.
36. Selecionar os métodos e técnicas de dinamização das atividades.
37. Aplicar técnicas para a aproximação entre participantes, presença e consciência corporal no contexto.
38. Aplicar métodos e técnicas de aquecimento, integração corporal em atividades sensoriais e expressão de sentimentos com e sem verbalização.
39. Aplicar técnicas de uso da voz, com ritmo, volume, entoação, canto e som.
40. Aplicar as técnicas de construção e manipulação de fantoches, silhuetas e máscaras.
41. Utilizar equipamentos e ferramentas de suporte.
42. Aplicar técnicas de partilha e reflexão sobre a atividade.
43. Identificar pontos fortes e qualidades e descrever a aquisição de competências.
44. Identificar o impacto e as perspetivas de melhoria no contexto.
45.Volume e projeção de voz, entoação, articulação, dicção e canto.
46. O “palco” e a promoção da igualdade e da inclusão – dramatização de situações reais ou problemáticas da comunidade, jogo dramático e teatro fórum (proposta de alternativas, estimulação de consciência crítica, capacitação).
47. Fatores impulsionadores do desenvolvimento da expressão dramática, corporal, vocal e verbal.

Metodologia

A metodologia formativa assenta numa visão global e dialética da realidade em que o conhecimento pressupõe a transformação, criar ou aprimorar competências digitais essenciais à realização do seu emprego. Desta forma, serão tidas em conta as experiências e exigências profissionais do formando, de forma a promover a aquisição ou aprimoramento das suas competências digitais, o que por sua vez, o conduzirá à dimensão transformadora do processo de formação.

Este método permitirá que o formando assuma um papel ativo/interventivo ao longo da formação, pressupondo a reflexão individual e consolidação / aquisição de conhecimentos, na qual se prevê a sua transformação ao longo de todo o seu processo formativo.

Serão utilizados os métodos expositivo, interrogativo e ativo.

Conteúdos Programáticos

Percurso: UC04158 - UC04161 - UC04170 - Curso de nível 4 de qualificação.

Conteúdos Programáticos:
1. Mediação comunitária e intercultural.
2. Especificidades da mediação intercultural – relevância das diferenças culturais entre os atores sociais nos diferentes contextos de intervenção, gestão da diversidade. cultural, interculturalismo
3. Princípios de mediação intercultural – neutralidade, confiança, entreajuda, voluntariedade, benefício mútuo e coprotagonismo.
4. Modelos de mediação intercultural – modelo de negociação assistida (analisar problemas, interesses, opções, trabalhar em prol de um acordo, separar as pessoas dos problemas, posição interesses e necessidades); modelo transformativo (centrar-se nos interesses e não nas posições, passar das posições às opções, utilizando critérios objetivos, melhorar a relação entre os intervenientes, promover o reconhecimento e a revalorização); modelo circular narrativo (os intervenientes são protagonistas no processo de mediação, comunicação como elemento-chave, co construção da história alternativa, sessões separadas e conjuntas, preparação de perguntas-chave).
5. Modalidades de mediação intercultural mediação preventiva, reabilitadora e transformadora
6. Técnicas de mediação intercultural – escuta ativa, reformulação, equipa reflexiva, conotação positiva, história alternativa e comediação.
7. Mediação intercultural enquanto estratégia de intervenção comunitária, no território, em educação, em saúde, em habitação.
8. Boas práticas de mediação intercultural.
9. Regras e normas definidas.
10. Princípios básicos da avaliação de projetos – conceitos fundamentais, importância da avaliação, tipos de avaliação (formativa, sumativa, de processo, de impacto).
11. Estrutura de um projeto comunitário – definição de objetivos, metas, atividades, outputs e outcomes.
12. Instrumentos de recolha de informação para avaliação
13. Desenho de instrumentos de avaliação – questionários, entrevistas, grupos focais, observações, diários de campo.
14. Validação e fiabilidade dos instrumentos e dos dados coletados.
15. Indicadores de desempenho –definição e utilização de indicadores qualitativos e quantitativos.
16. Implementação da avaliação - recolha de dados (métodos e técnicas), análise de dados (análise qualitativa e quantitativa), interpretação dos resultados s (avaliação do projeto).
17. Reformulação da Intervenção.
18. Melhoria contínua – estratégias para a reformulação de intervenções com base nos resultados da avaliação.
19. Gestão de mudanças – Envolvimento da equipa e dos stakeholders no processo. Produção do relatório de avaliação – estrutura, conteúdo e elementos-chave).
22. Comunicação de resultados – técnicas
23. Divulgação e apresentação dos resultados – estratégias, diferentes formas e canais (redes sociais, eventos comunitários, publicações, conferências).
24. Ética e Responsabilidade na Avaliação – integridade dos dados, confidencialidade e proteção de dados.
25. Responsabilidade social e comunitária.
26. Regras e normas definidas
27. Tipos de comunicação (verbal e não verbal) e fatores contextuais.
28. Criatividade - pensamento convergente, divergente, lateral, crítico, analógico, imaginativo e sistémico.
29. Expressão dramática – função simbólica, imitação diferida, jogo simbólico, imagem mental, linguagem criativa.
30. Desenvolvimento pessoal e interpessoal – autoconhecimento, revelação, confiança, reciprocidade, sensibilidade, recetividade, adaptação e reação à mudança, originalidade, organização coerente.
31. Desenvolvimento cognitivo - estádio sensório-motor, estádio pré-operatório, estádio operatório concreto, estádio operatório formal.
32. Desenvolvimento integral, bem-estar e saúde mental.
33. Expressão corporal –movimento, gestos, dança, postura e utilização do corpo no espaço, coordenação visual, áudio-motora, respiração, relaxamento, pantomima e mímica corporal.
34. Métodos e técnicas de execução de atividades – pensamento criativo, quebrar regras, relaxamento concentrado, desenvolvimento da sensibilidade, entre outros.
35. Expressão vocal e verbal – corpo emissor sonoro, silêncio, som, respiração e emissão sonora, ritmo, volume e projeção de voz, entoação, articulação, dicção e canto.
36. O “palco” e a promoção da igualdade e da inclusão – dramatização de situações reais ou problemáticas da comunidade, jogo dramático e teatro fórum (proposta de alternativas, estimulação de consciência crítica, capacitação).
37. Fatores impulsionadores do desenvolvimento da expressão dramática, corporal, vocal e verbal.


Consultar referencial em anexo ou consultar https://catalogo.anqep.gov.pt