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Menu Lateral
13
MAR

2026
Data de Início
13/03/2026
Horário
Laboral
Duração
150 horas
Tipo de Formação
Formação Presencial
Informação sobre a edição do curso Percurso: UC04158 - UC04161 - UC04170
Projeto
CSPM.FMC.24.27- Empower Monsul
Duração
150 horas
Início
13/03/2026
Fim
07/05/2026
Nível Final
Nível 4
Morada de Formação
Rua 17
4500-178 Espinho
Área de Formação

Trabalho Social e Orientação

Condições de Inscrição

DESTINATÁRIOS ELEGÍVEIS:

1. Adultos com idade igual ou superior a 18 anos.
2. Habilitações mínima, de acordo com nível de qualificação definido em conteúdos programáticos:
2.1. UFCD/UC de nível 5 - 12º ano de escolaridade.
2.2. UFCD/UC de nível 4 - 9º ano de escolaridade.
2.3. UFCD/UC de nível 2 - 6º ano de escolaridade.

Objetivos

1. Determinar os contextos em que a mediação intercultural se revela a estratégia de intervenção adequada.
2. Reconhecer a importância dos princípios que orientam a mediação intercultural.
3. Selecionar os modelos e as modalidades de mediação intercultural a mobilizar.
4. Aplicar as técnicas de mediação adequadas aos modelos e modalidades de mediação intercultural.
5. Recolher e preparar a informação associada à avaliação qualitativa e quantitativa de projetos de animação e mediação comunitária.
6. Colaborar na aplicação de instrumentos de avaliação e na análise dos dados e indicadores de avaliação.
7. Apresentar as evidências da avaliação e divulgar os resultados alcançados.
8. Preparar atividades de expressão dramática, corporal, vocal e verbal.
9. Orientar e dinamizar atividades com recurso a múltiplas expressões.

Objetivos Específicos

1. Distinguir as especificidades mediação intercultural e da mediação comunitária.
2. Descrever os princípios que orientam a mediação intercultural.
3. Selecionar as técnicas de acordo com os modelos e os contextos de intervenção.
4. Aplicar técnicas de alinhamento dos princípios orientadores com a comunidade.
5. Aplicar modelos participativos e dialógicos de mediação.
6. Mapear os grupos, as lideranças, tensões existentes e os recursos culturais, linguísticos e simbólicos.
7. Identificar os problemas causados pelas diversidades culturais.
8. Dinamizar grupos e Fóruns em contexto digital.
9. Identificar formas de promoção da autonomia e empoderamento comunitário.
10. Avaliar as mudanças ocorridas
11. Aplicar técnicas de aproximação e mobilização de grupos e comunidades com os quais intervém
12. Monitorizar os compromissos e acordos em continuidade.
13. Registar a informação recolhida.
14. Avaliar os resultados da sua ação e promover estratégias de melhoria da intervenção.
15. Aplicar as regras e normas definidas.
16. Selecionar a informação de suporte ao processo de avaliação.
17. Interpretar orientações e regulamentos aplicáveis ao processo de avaliação.
18. Selecionar os instrumentos e ferramentas para a recolha e tratamento de dados.
19. Preparar p cronograma e respetivas atividades.
20. Aplicar instrumentos de recolha de dados como questionários e guias de entrevistas.
21. Planear e executar as tarefas nos prazos predefinidos.
22. Organizar a informação e dados recolhidos para a avaliação.
23. Aplicar técnicas de gestão do tempo.
24. Acompanhar o desenvolvimento das atividades e registar a informação recolhida no processo.
25. Aplicar técnicas de comunicação assertiva.
26. Interpretar dados quantitativos e qualitativos e identificar tendências, padrões aspetos positivos ou a melhorar.
27. Utilizar software de análise de dados, ferramentas de gestão de projetos e plataformas digitais.
28. Aplicar técnicas de redação e de apresentação de resultados.
29. Colaborar na elaboração de relatórios de avaliação.
30. Apresentar os resultados da avaliação à equipa interna como para stakeholders externos.
31. Interagir e comunicar com colegas e stakeholders durante o processo de avaliação.
32. Identificar e propor medidas de melhoria do processo.
33. Aplicar as regras de confidencialidade e proteção de dados.
34. Aplicar as regras e normas definidas.
35. Identificar estratégias de estimulação da expressão individual e coletiva.
36. Selecionar os métodos e técnicas de dinamização das atividades.
37. Aplicar técnicas para a aproximação entre participantes, presença e consciência corporal no contexto.
38. Aplicar métodos e técnicas de aquecimento, integração corporal em atividades sensoriais e expressão de sentimentos com e sem verbalização.
39. Aplicar técnicas de uso da voz, com ritmo, volume, entoação, canto e som.
40. Aplicar as técnicas de construção e manipulação de fantoches, silhuetas e máscaras.
41. Utilizar equipamentos e ferramentas de suporte.
42. Aplicar técnicas de partilha e reflexão sobre a atividade.
43. Identificar pontos fortes e qualidades e descrever a aquisição de competências.
44. Identificar o impacto e as perspetivas de melhoria no contexto.
45.Volume e projeção de voz, entoação, articulação, dicção e canto.
46. O “palco” e a promoção da igualdade e da inclusão – dramatização de situações reais ou problemáticas da comunidade, jogo dramático e teatro fórum (proposta de alternativas, estimulação de consciência crítica, capacitação).
47. Fatores impulsionadores do desenvolvimento da expressão dramática, corporal, vocal e verbal.

Conteúdos Programáticos

Percurso: UC04158 - UC04161 - UC04170 - Curso de nível 4 de qualificação.

Conteúdos Programáticos:
1. Mediação comunitária e intercultural.
2. Especificidades da mediação intercultural – relevância das diferenças culturais entre os atores sociais nos diferentes contextos de intervenção, gestão da diversidade. cultural, interculturalismo
3. Princípios de mediação intercultural – neutralidade, confiança, entreajuda, voluntariedade, benefício mútuo e coprotagonismo.
4. Modelos de mediação intercultural – modelo de negociação assistida (analisar problemas, interesses, opções, trabalhar em prol de um acordo, separar as pessoas dos problemas, posição interesses e necessidades); modelo transformativo (centrar-se nos interesses e não nas posições, passar das posições às opções, utilizando critérios objetivos, melhorar a relação entre os intervenientes, promover o reconhecimento e a revalorização); modelo circular narrativo (os intervenientes são protagonistas no processo de mediação, comunicação como elemento-chave, co construção da história alternativa, sessões separadas e conjuntas, preparação de perguntas-chave).
5. Modalidades de mediação intercultural mediação preventiva, reabilitadora e transformadora
6. Técnicas de mediação intercultural – escuta ativa, reformulação, equipa reflexiva, conotação positiva, história alternativa e comediação.
7. Mediação intercultural enquanto estratégia de intervenção comunitária, no território, em educação, em saúde, em habitação.
8. Boas práticas de mediação intercultural.
9. Regras e normas definidas.
10. Princípios básicos da avaliação de projetos – conceitos fundamentais, importância da avaliação, tipos de avaliação (formativa, sumativa, de processo, de impacto).
11. Estrutura de um projeto comunitário – definição de objetivos, metas, atividades, outputs e outcomes.
12. Instrumentos de recolha de informação para avaliação
13. Desenho de instrumentos de avaliação – questionários, entrevistas, grupos focais, observações, diários de campo.
14. Validação e fiabilidade dos instrumentos e dos dados coletados.
15. Indicadores de desempenho –definição e utilização de indicadores qualitativos e quantitativos.
16. Implementação da avaliação - recolha de dados (métodos e técnicas), análise de dados (análise qualitativa e quantitativa), interpretação dos resultados s (avaliação do projeto).
17. Reformulação da Intervenção.
18. Melhoria contínua – estratégias para a reformulação de intervenções com base nos resultados da avaliação.
19. Gestão de mudanças – Envolvimento da equipa e dos stakeholders no processo. Produção do relatório de avaliação – estrutura, conteúdo e elementos-chave).
22. Comunicação de resultados – técnicas
23. Divulgação e apresentação dos resultados – estratégias, diferentes formas e canais (redes sociais, eventos comunitários, publicações, conferências).
24. Ética e Responsabilidade na Avaliação – integridade dos dados, confidencialidade e proteção de dados.
25. Responsabilidade social e comunitária.
26. Regras e normas definidas
27. Tipos de comunicação (verbal e não verbal) e fatores contextuais.
28. Criatividade - pensamento convergente, divergente, lateral, crítico, analógico, imaginativo e sistémico.
29. Expressão dramática – função simbólica, imitação diferida, jogo simbólico, imagem mental, linguagem criativa.
30. Desenvolvimento pessoal e interpessoal – autoconhecimento, revelação, confiança, reciprocidade, sensibilidade, recetividade, adaptação e reação à mudança, originalidade, organização coerente.
31. Desenvolvimento cognitivo - estádio sensório-motor, estádio pré-operatório, estádio operatório concreto, estádio operatório formal.
32. Desenvolvimento integral, bem-estar e saúde mental.
33. Expressão corporal –movimento, gestos, dança, postura e utilização do corpo no espaço, coordenação visual, áudio-motora, respiração, relaxamento, pantomima e mímica corporal.
34. Métodos e técnicas de execução de atividades – pensamento criativo, quebrar regras, relaxamento concentrado, desenvolvimento da sensibilidade, entre outros.
35. Expressão vocal e verbal – corpo emissor sonoro, silêncio, som, respiração e emissão sonora, ritmo, volume e projeção de voz, entoação, articulação, dicção e canto.
36. O “palco” e a promoção da igualdade e da inclusão – dramatização de situações reais ou problemáticas da comunidade, jogo dramático e teatro fórum (proposta de alternativas, estimulação de consciência crítica, capacitação).
37. Fatores impulsionadores do desenvolvimento da expressão dramática, corporal, vocal e verbal.


Consultar referencial em anexo ou consultar https://catalogo.anqep.gov.pt

Metodologia

A metodologia formativa assenta numa visão global e dialética da realidade em que o conhecimento pressupõe a transformação, criar ou aprimorar competências digitais essenciais à realização do seu emprego. Desta forma, serão tidas em conta as experiências e exigências profissionais do formando, de forma a promover a aquisição ou aprimoramento das suas competências digitais, o que por sua vez, o conduzirá à dimensão transformadora do processo de formação.
Este método permitirá que o formando assuma um papel ativo/interventivo ao longo da formação, pressupondo a reflexão individual e consolidação / aquisição de conhecimentos, na qual se prevê a sua transformação ao longo de todo o seu processo formativo.
Serão utilizados os métodos expositivo, interrogativo e ativo.

Avaliação

1. A avaliação de diagnóstico que tem como objetivo a avaliação de pré-requisitos dos formandos para que o formador possa adequar os conteúdos programáticos ao público-alvo. No início da formação, proceder ao diagnóstico de competências digitais.
2. A avaliação contínua visando introduzir, no decurso do processo de formação-aprendizagem, momentos de avaliação global da atividade desenvolvida. A avaliação contínua permitirá diagnosticar a forma como o formando vai acompanhando o processo de formação-aprendizagem em função dos objetivos delineados no início do curso. Este feedback será essencial para ajustar as estratégias que, em muitos casos, é decisiva para o sucesso do formando.
3. A avaliação sumativa é realizada em função dos objetivos da formação e das competências a adquirir. Os resultados das aprendizagens são quantitativos e obtém-se com base na aplicação de uma escala de 0 a 20 valores.
A avaliação sumativa assenta nos seguintes critérios:
3.1. Ao nível da avaliação dos conhecimentos: i) Domínio dos Assuntos (identificação dos conteúdos trabalhados na formação e relaciona-os com casos concretos); ii) Criatividade e autonomia (Demonstra capacidade de análise dos temas e situações, autonomia na pesquisa de informação e criatividade na abordagem dos assuntos); iii) Generalização dos Saberes (Transfere ou generaliza os saberes adquiridos a novas situações);
3.2. Ao nível da avaliação comportamental: i) Participação e autonomia (interesse, intervenção, empenho e colaboração na dinamização das atividades, capacidade de análise dos temas); ii) Responsabilidade (pontualidade, assiduidade e sentido de responsabilidade na frequência da formação, em termos de cumprimento dos tempos e das atividades propostas); iii) Relações interpessoais (comunicação com colegas, formadores e outros, demonstrando tolerância e espírito de equipa);
4. Os resultados das aprendizagens são registados regularmente em instrumentos de avaliação disponíveis nas entidades formadoras.
5. O formando deve ser informado sobre os procedimentos e parâmetros de avaliação definidos para cada UFCD/UC, bem como sobre os resultados da sua avaliação.
6. A conclusão de um percurso de formação ou uma UFCD/UC com aproveitamento, traduz-se na classificação mínima de 10 valores, não obstante o registo do SIGO, onde só se regista a validação.
7. No final do percurso de formação ou do término da UFCD/UC, o formando deve preencher uma ficha de avaliação da satisfação relativamente à formação, onde os parâmetros avaliados serão definidos pela entidade formadora.

B. AVALIAÇÃO DE REAÇÃO:
A Avaliação de reação à ação é efetuada pelos formandos e pela equipa pedagógica (coordenador, formador e pessoal administrativo) e permite verificar a reação dos participantes, e aferir o seu grau de satisfação em relação à ação de formação e às condições em que a mesma decorreu, visando eventuais ações de melhoria na forma como a Kerigma prestou esse serviço.

C. AVALIAÇÃO DE IMPACTO:
A avaliação de impacto é efetuada cerca de 6 meses a 1 ano após o término de cada ação para avaliar a importância da formação na vida do formando contemplando a esfera pessoal, social e profissional.

D. CERTIFICAÇÃO:
1. A formação concluída com aproveitamento, culmina com a certificação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações e, quando integrada no CNQ, é capitalizável para obtenção de uma ou mais qualificações do Quadro Nacional de Qualificações.
2. Ao formando, no final do curso, sempre que obtenha aproveitamento, é atribuído um certificado emitido pelo Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO) nos termos da Portaria n.º 66/2022, de 01 de fevereiro.
3. A formação desenvolvida é registada no Passaporte Qualifica.
4. Para efeitos de conclusão da formação com aproveitamento e posterior certificação, a assiduidade do formando não pode ser inferior a 90 % da carga horária total da formação, incluindo a formação em contexto de trabalho, quando aplicável e, sempre que a formação diga respeito a duas ou mais UC e ou UFCD. Mais concretamente, não pode exceder:
a) 5% de faltas injustificada sobre a duração total da ação de formação ou
b) 10 % de faltas justificadas e injustificadas, sobre a duração total da ação de formação.
5. Ao formando que, no final do curso, não obtenha aproveitamento, é atribuída uma Declaração de desistência no curso, emitida pelo (SIGO) nos termos da Portaria referida.

Observações

1. No início de cada ação de formação, os formandos devem proceder ao seu registo no portal da Academia Portugal Digital (https://academiaportugaldigital.pt/)e, no início e final da formação, proceder ao diagnóstico de competências digitais. Esse diagnóstico tem que ser partilhado.
2.Plataforma de gestão da formação em: www.fp.kerigma.pt.
2.1. Página Principal: Regulamento de Formação; Política de privacidade e livro de reclamações.
2.2. Na área Pessoal da plataforma está disponível o separador para anexar os documentos pessoais na área do utilizador e visualizar o cronograma.
2.3. A área E-Formação da plataforma permite o acesso a cada ação em que participa e respetivos módulos, nos quais estão disponíveis separadores para conteúdo, tarefas pedagógicas, instrumentos de avaliação, assiduidade, documentos de apoio.
3. Ao nível dos recursos didáticos, a Kerigma disponibiliza documentação escrita, nomeadamente:
3.1. Um guia de apoio ao formando, denominado "programa de formação" no qual constam objetivos pedagógicos, conteúdos programáticos e informação relativamente à avaliação, assiduidade e certificação;
3.2 Um manual de apoio a cada um dos módulos, da responsabilidade dos formadores, o qual deverá constituir documento original e incluir a exposição da matéria, situações exemplificativas, exercícios propostos e, bem assim, incluir um índice e as referências bibliográficas;
4. A par da documentação escrita, estão disponíveis materiais audiovisuais e informáticos.
5. As instalações afetas ao curso compreendem para além da sala de formação propriamente dita, outros espaços comuns e de apoio à formação, nomeadamente para reuniões de equipa pedagógica, atendimento, etc. As referidas salas dispõem de boas condições acústicas, de iluminação, ventilação e temperatura, podem ser escurecidas, quando necessário, para a visualização de projeções e incluem: equipamentos como quadro branco e marcadores, videoprojector, tela de projeção.
6. Este curso é desenvolvido no âmbito do Programa PESSOAS 2030 - Programa Demografia, Qualificações e Inclusão (FM), financiado pelo Fundo Social Europeu.