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Menu Lateral
13
MAR

2026
Data de Início
13/03/2026
Horário
Laboral
Duração
150 horas
Tipo de Formação
Formação Presencial
Informação sobre a edição do curso Percurso: UC00033 - UC04152 - UC04153 - UC04154
Projeto
CSPM.FMC.24.27- Empower Monsul
Duração
150 horas
Início
13/03/2026
Fim
08/05/2026
Nível Final
Nível 4
Morada de Formação
Rua 17
4500-178 Espinho
Área de Formação

Trabalho Social e Orientação

Condições de Inscrição

DESTINATÁRIOS ELEGÍVEIS:

1. Adultos com idade igual ou superior a 18 anos.
2. Habilitações mínima, de acordo com nível de qualificação definido em conteúdos programáticos:
2.1. UFCD/UC de nível 5 - 12º ano de escolaridade.
2.2. UFCD/UC de nível 4 - 9º ano de escolaridade.
2.3. UFCD/UC de nível 2 - 6º ano de escolaridade.

Objetivos

1. Preparar a mensagem a comunicar em contexto profissional.
2. Informar e esclarecer diferentes interlocutores em contexto presencial e não presencial.
3. Relacionar técnicas de animação e mediação com os objetivos das intervenções comunitárias.
4. Interpretar os limites das suas funções num contexto de equipa de animação e mediação comunitária.
5. Interpretar os códigos de conduta profissional no âmbito da animação e mediação comunitária.
6. Relacionar os princípios do desenvolvimento sustentável (ODS) com os projetos desenvolvidos no âmbito da economia social e solidária.
7. Reconhecer a função social do Estado e os objetivos das políticas sociais.
8. Identificar os serviços e organismos das políticas sociais e os seus destinatários.
9. Caracterizar as áreas e tipologias de organizações de animação e mediação comunitária.
10. Identificar as dinâmicas sociais, culturais e económicas da comunidade.
11. Selecionar a resposta social em função da necessidade dos indivíduos, grupos e comunidades nas quais intervém.

Objetivos Específicos

1. Organizar a informação a comunicar.
2. Adaptar a comunicação oral e escrita ao interlocutor e ao contexto.
3. Interpretar informação de diferentes interlocutores em contexto presencial e não presencial.
4. Identificar as expectativas do interlocutor.
5. Utilizar técnicas de comunicação verbal e não verbal assertiva.
6. Formular questões, pedir esclarecimentos ou colocar dúvidas para interpretar e/ou explicitar a mensagem.
7. Partilhar informação com diferentes interlocutores.
8. Reportar informação profissional.
9. Aplicar técnicas de interação orais e escritas.
10. Aplicar técnicas de tratamento e resolução de conflitos.
11. Autoavaliar o seu desempenho no âmbito do processo de comunicação.
12. Identificar os tipos de projetos em intervenções de animação e mediação comunitária.
13. Distinguir os domínios de intervenção, objetivos e atividades da animação e da mediação.
14. Diferenciar os papeis dos vários atores e perfis profissionais que intervêm em contexto de animação e mediação.
15. Aplicar os princípios éticos associados à atividade.
16. Selecionar modos de atuação em contexto de conflitos de valores.
17. Analisar situações em que se verifica o dever de intervir ou o dever de abstenção.
18. Selecionar os tipos e recursos de animação e mediação.
19. Enumerar as entidades e stakeholders a mobilizar para o trabalho em rede e parceria.
20. Caracterizar diferentes tipos de projetos de animação e mediação.
21. Analisar os objetivos de intervenção em projetos diferenciados.
22. Selecionar as técnicas de intervenção em contexto. Aplicar as regras do sigilo profissional.
23. Determinar situações em que é admissível quebrar o sigilo profissional.
24. Aplicar as regras e normas definidas.
25. Reconhecer a importância dos objetivos de desenvolvimento sustentável na melhoria da condição de vida das populações.
26. Reconhecer a multidimensionalidade do terceiro setor.
27. Analisar a integração das políticas sociais ao contexto comunitário.
28. Mapear os problemas e potencialidades da comunidade.
29. Identificar e mobilizar parcerias para articulação institucional.
30. Reconhecer o papel das organizações do terceiro setor na resposta aos problemas sociais.
31. Identificar as necessidades locais.
32. Identificar o estatuto, natureza, organização e gestão dos equipamentos e serviços locais.
33. Identificar as respostas sociais locais inerentes às diversas problemáticas e respetiva população alvo.
34. Identificar os serviços e equipamentos de resposta.
35. Aplicar técnicas de mobilização e trabalho em rede no domínio da animação e mediação.
36. Avaliar o papel de intervenção do animador/mediador e as consequências das ações realizadas.
37. Identificar oportunidades de melhoria.

Conteúdos Programáticos

Percurso: UC00033 - UC04152 - UC04153 - UC04154 - Curso de nível 4 de qualificação.

Conteúdos Programáticos:

1. Princípios da comunicação e do relacionamento interpessoal – processo, funções e elementos intervenientes.
2. Fatores facilitadores e inibidores da comunicação.
3. Comunicação verbal (oral e escrita) e comunicação não-verbal – cinésica (movimentos corporais, gestos, expressão facial e postura), paralinguística (tom, projeção da voz, pausas no discurso, sorriso, outros) e proxémica (distância espacial face a alguém).
4. Canais de comunicação presencial e não presencial.
5. Comunicação telefónica - técnicas de atenção telefónica, expressão verbal e sorriso “telefónico”.
6. Comunicação através da internet (navegadores, e-mail, redes sociais, mensagens) – técnicas.
7. Comunicação escrita – normas.
8. Processo de escrita - planificação, textualização e revisão.
9. Caraterísticas dos estilos de comunicação - agressivo, passivo, manipulador, assertivo.
10. Comunicação assertiva – vantagens, componentes verbais e não-verbais, técnicas.
11. Escuta ativa, empatia e controlo emocional.
12. Processamento interno da informação – fonético, literal (significado) e reflexivo (empático).
13. Perguntas no processo de comunicação – abertas, fechadas, retorno, reformulação.
14. Mensagem - construção, adaptação, envio, receção e interpretação.
15. Imagem e comunicação – autoimagem e autoconceito, primeiras impressões, expectativas e motivação.
16. Técnicas de programação neurolinguística (PNL) na comunicação.
17. Relações interpessoais no trabalho.
18. Conflito nas relações interpessoais – tipos e técnicas de resolução de conflitos.
19. Avaliação do processo de comunicação – feedback, resposta e reação.
20. Animação e mediação – conceitos, domínios de intervenção, objetivos da intervenção, atividades de animação e mediação.
21. Animação e mediação – técnicas de intervenção social.
22. Desenvolvimento de intervenções de animação e mediação junto de grupos e comunidades – competências.
23. Inserção profissional das atividades de animação e mediação – equipa, funções e papéis.
24. O papel do animador e do mediador em contexto institucional e comunitário.
25. Ética profissional e organizacional - deveres inerentes ao exercício das funções, valores, escalas de valores e conflitos de valores.
26. Limites à intervenção em animação e mediação comunitária.
27. Tipos de animação e recursos associados.
28. Processos de animação e mediação –facilitação da comunicação, desenvolvimento de competências, participação, capacitação de indivíduos, grupos e comunidades, coesão social.
29. Mobilização de recursos em animação e mediação – recursos existentes na comunidade para o desenvolvimento, a integração, inclusão e participação dos diferentes grupos na comunidade.
30. Animação e mediação – instrumentos de prevenção de situações de exclusão, discriminação, risco e conflito nas comunidades.
31. Projetos de intervenção em animação e mediação comunitária.
32. Animação e mediação comunitária – trabalho em rede.
33. Regras de sigilo profissional.
34. Direitos dos indivíduos e comunidades alvo de intervenção.
35. Regras e normas definidas.
36. Enquadramento legal e institucional das políticas locais, regionais e nacionais.
37. Desenvolvimento sustentável – definição, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS).
38. Economia social – definição, integração nas organizações, pluralidade, terceiro setor, e economia solidária.
39. Políticas sociais – função social do estado, objetivos das políticas sociais, saúde, educação, justiça, segurança social, habitação, emprego, migrações e integração social.
40. Organismos nas diferentes áreas de políticas sociais.
41. Serviços, equipamentos das políticas sociais e respetivos destinatários.
42. Parcerias e articulação institucional.
43. Organização e gestão do terceiro setor em Portugal – conceito e evolução (equipamentos e serviços, entidades lucrativas e não lucrativas, instituições particulares de solidariedade social).
44. Políticas sociais – estruturais e transversais.
45. Desigualdades estruturais e formas de exclusão.
46. Respostas sociais dirigidas –crianças e jovens, crianças e jovens em situações de risco, crianças, jovens e adultos com deficiência, terceira idade, família e comunidade, pessoas com doença do foro mental, comportamentos aditivos e dependências, pessoas em condição de sem abrigo, vítimas de violência, mulheres, imigrantes.
47. Tipologia e organizações de apoio social locais.
48. Avaliação e melhoria contínua.


Consultar referencial em anexo ou consultar https://catalogo.anqep.gov.pt

Metodologia

A metodologia formativa assenta numa visão global e dialética da realidade em que o conhecimento pressupõe a transformação, criar ou aprimorar competências digitais essenciais à realização do seu emprego. Desta forma, serão tidas em conta as experiências e exigências profissionais do formando, de forma a promover a aquisição ou aprimoramento das suas competências digitais, o que por sua vez, o conduzirá à dimensão transformadora do processo de formação.
Este método permitirá que o formando assuma um papel ativo/interventivo ao longo da formação, pressupondo a reflexão individual e consolidação / aquisição de conhecimentos, na qual se prevê a sua transformação ao longo de todo o seu processo formativo.
Serão utilizados os métodos expositivo, interrogativo e ativo.

Avaliação

1. A avaliação de diagnóstico que tem como objetivo a avaliação de pré-requisitos dos formandos para que o formador possa adequar os conteúdos programáticos ao público-alvo. No início da formação, proceder ao diagnóstico de competências digitais.
2. A avaliação contínua visando introduzir, no decurso do processo de formação-aprendizagem, momentos de avaliação global da atividade desenvolvida. A avaliação contínua permitirá diagnosticar a forma como o formando vai acompanhando o processo de formação-aprendizagem em função dos objetivos delineados no início do curso. Este feedback será essencial para ajustar as estratégias que, em muitos casos, é decisiva para o sucesso do formando.
3. A avaliação sumativa é realizada em função dos objetivos da formação e das competências a adquirir. Os resultados das aprendizagens são quantitativos e obtém-se com base na aplicação de uma escala de 0 a 20 valores.
A avaliação sumativa assenta nos seguintes critérios:
3.1. Ao nível da avaliação dos conhecimentos: i) Domínio dos Assuntos (identificação dos conteúdos trabalhados na formação e relaciona-os com casos concretos); ii) Criatividade e autonomia (Demonstra capacidade de análise dos temas e situações, autonomia na pesquisa de informação e criatividade na abordagem dos assuntos); iii) Generalização dos Saberes (Transfere ou generaliza os saberes adquiridos a novas situações);
3.2. Ao nível da avaliação comportamental: i) Participação e autonomia (interesse, intervenção, empenho e colaboração na dinamização das atividades, capacidade de análise dos temas); ii) Responsabilidade (pontualidade, assiduidade e sentido de responsabilidade na frequência da formação, em termos de cumprimento dos tempos e das atividades propostas); iii) Relações interpessoais (comunicação com colegas, formadores e outros, demonstrando tolerância e espírito de equipa);
4. Os resultados das aprendizagens são registados regularmente em instrumentos de avaliação disponíveis nas entidades formadoras.
5. O formando deve ser informado sobre os procedimentos e parâmetros de avaliação definidos para cada UFCD/UC, bem como sobre os resultados da sua avaliação.
6. A conclusão de um percurso de formação ou uma UFCD/UC com aproveitamento, traduz-se na classificação mínima de 10 valores, não obstante o registo do SIGO, onde só se regista a validação.
7. No final do percurso de formação ou do término da UFCD/UC, o formando deve preencher uma ficha de avaliação da satisfação relativamente à formação, onde os parâmetros avaliados serão definidos pela entidade formadora.

B. AVALIAÇÃO DE REAÇÃO:
A Avaliação de reação à ação é efetuada pelos formandos e pela equipa pedagógica (coordenador, formador e pessoal administrativo) e permite verificar a reação dos participantes, e aferir o seu grau de satisfação em relação à ação de formação e às condições em que a mesma decorreu, visando eventuais ações de melhoria na forma como a Kerigma prestou esse serviço.

C. AVALIAÇÃO DE IMPACTO:
A avaliação de impacto é efetuada cerca de 6 meses a 1 ano após o término de cada ação para avaliar a importância da formação na vida do formando contemplando a esfera pessoal, social e profissional.

D. CERTIFICAÇÃO:
1. A formação concluída com aproveitamento, culmina com a certificação no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações e, quando integrada no CNQ, é capitalizável para obtenção de uma ou mais qualificações do Quadro Nacional de Qualificações.
2. Ao formando, no final do curso, sempre que obtenha aproveitamento, é atribuído um certificado emitido pelo Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO) nos termos da Portaria n.º 66/2022, de 01 de fevereiro.
3. A formação desenvolvida é registada no Passaporte Qualifica.
4. Para efeitos de conclusão da formação com aproveitamento e posterior certificação, a assiduidade do formando não pode ser inferior a 90 % da carga horária total da formação, incluindo a formação em contexto de trabalho, quando aplicável e, sempre que a formação diga respeito a duas ou mais UC e ou UFCD. Mais concretamente, não pode exceder:
a) 5% de faltas injustificada sobre a duração total da ação de formação ou
b) 10 % de faltas justificadas e injustificadas, sobre a duração total da ação de formação.
5. Ao formando que, no final do curso, não obtenha aproveitamento, é atribuída uma Declaração de desistência no curso, emitida pelo (SIGO) nos termos da Portaria referida.

Observações

1. No início de cada ação de formação, os formandos devem proceder ao seu registo no portal da Academia Portugal Digital (https://academiaportugaldigital.pt/)e, no início da formação, proceder ao diagnóstico de competências digitais. Esse diagnóstico tem que ser partilhado.
2.Plataforma de gestão da formação em: www.fp.kerigma.pt.
2.1. Página Principal: Regulamento de Formação; Política de privacidade e livro de reclamações.
2.2. Na área Pessoal da plataforma está disponível o separador para anexar os documentos pessoais na área do utilizador e visualizar o cronograma.
2.3. A área E-Formação da plataforma permite o acesso a cada ação em que participa e respetivos módulos, nos quais estão disponíveis separadores para conteúdo, tarefas pedagógicas, instrumentos de avaliação, assiduidade, documentos de apoio.
3. Ao nível dos recursos didáticos, a Kerigma disponibiliza documentação escrita, nomeadamente:
3.1. Um guia de apoio ao formando, denominado "programa de formação" no qual constam objetivos pedagógicos, conteúdos programáticos e informação relativamente à avaliação, assiduidade e certificação;
3.2 Um manual de apoio a cada um dos módulos, da responsabilidade dos formadores, o qual deverá constituir documento original e incluir a exposição da matéria, situações exemplificativas, exercícios propostos e, bem assim, incluir um índice e as referências bibliográficas;
4. A par da documentação escrita, estão disponíveis materiais audiovisuais e informáticos.
5. As instalações afetas ao curso compreendem para além da sala de formação propriamente dita, outros espaços comuns e de apoio à formação, nomeadamente para reuniões de equipa pedagógica, atendimento, etc. As referidas salas dispõem de boas condições acústicas, de iluminação, ventilação e temperatura, podem ser escurecidas, quando necessário, para a visualização de projeções e incluem: equipamentos como quadro branco e marcadores, videoprojector, tela de projeção.
6. Este curso é desenvolvido no âmbito do Programa PESSOAS 2030 - Programa Demografia, Qualificações e Inclusão (FM), financiado pelo Fundo Social Europeu.